

Meus amigos,
No dia 30 de janeiro de 2007 foi o dia do lançamento mundial da nova versão do Windows, a versão Vista.
Nada contra este produto da Microsoft, que realmente é robusto e poderoso.
Acontece que para comprar a licença deste produto é preciso desenbolsar no mínimo uns R$500,00 para adquirir a edição home. Sem contar que para a instalação é necessário ter um computador com algumas configurações fora da nossa realidade como memória RAM de 1Gigabyte, placa de vídeo para o efeito aero (imagem em 3D). Ou seja, se você tem um computador adquirido pelo programa do governo federal, esqueça o Windows Vista.
Por outro lado, existe o sistema operacional livre LINUX, que em suas várias distribuições(FEDORA, Suse, Debian, Kurumim etc.) tem pouco a perder para os Sistemas Operacionais da Microsoft. O melhor de tudo, é que LINUX é opensource e gratuito, ou seja, ao longo do tempo, vários programadores e pessoas do ramo da informática têm contribuído para o seu aperfeiçoamento.
São incansáveis heróis que doam de suas vidas para a democratização da informática, a fim de que todos tenham acesso, sem restrições. Eles não estão por trás de grandes corporações como a MICROSOFT e muito menos acorbetados pela mídia, mas ainda assim não desistem.
Fica então no ar a seguinte questão: será que nós, brasileiros, devemos continuar a pagar bilhões de dólares para importar softwares, e o pior, pela licença de uso sem sequer ter o código fonte?
Na verdade, LINUX, que foi aqui citado, é só um exemplo. Se quisermos de fato a democratização da informática no Brasil, só uma solução é possível: usar softwares livres como o Openoffice, que em nada perder para o office da Microsoft.
Se quisermos dar alegrias para as crianças dos bolsões de pobreza de nosso Brasil, concedendo-lhes a oportunidade de acesso à tecnologia temos que ter em mente o exemplo de Richard Stallman, fundador do projeto GNU e da Fundação dos Softwares livres(FSF). Tenho grande admiração por esta pessoa, uma vez que deixou de lado uma carreira promissora na IBM para se tornar uma voz contra o monopólio da informatização.
Cabe a nós escolher o caminho que queremos seguir: escravidão ou liberdade?
Aos heróis, minha homenagem.
Abraços